PALAVRA DOS FUNDADORES

Solange Syllos

Solange Syllos

(Fundadora da Associação AÇÃO AVC)

O AVC é um mal súbito, ou seja, acontece repentinamente. E quando o paciente sobrevive e tem alta, na sua grande maioria vem acompanhado de sequelas, que necessitam de acompanhamento especial. Quando a família possui condições financeiras, pode contratar profissionais que vão acompanha-lo durante a jornada de reabilitação e na busca da retomada de sua vida, porém, na maioria dos casos, essa conveniência não atinge a todos.

Muitas vezes, um dos familiares costuma assumir o papel de cuidador, mesmo despreparado e desinformado para essa função. A condição da família do paciente ainda pode se agravar, considerando que muitas vezes o familiar que assumia a responsabilidade financeira da casa, é obrigado pelas circunstâncias a deixar o trabalho, para dedicar-se integralmente ao ente querido

Convivi com as perdas que o AVC proporciona a uma família. Em fração de segundos tudo muda e muitas coisas desmoronam, tais como sonhos e planos. Mas nesse momento é que entram em nossas vidas sentimentos como a tolerância e a persistência. Todos os envolvidos precisam reinventar-se. Na construção de um novo EU, o acometido de AVC não tem medo de mudanças.. O AVC não pode representar a renúncia dos nossos melhores sonhos.

Nosso Propósito: Inspirar esperança e novas possibilidades, compartilhando o conhecimento sobre o AVC.

Guilherme Syllos

Guilherme Syllos

(Design Gráfico)

Sofri um AVC Hemorrágico aos 24 anos e uma nova jornada surgia na minha vida.

Quando retornei para o meu lar, estava bem diferente: sem capacidade de andar sem o uso da bengala, sem ler e escrever e com afasia.

Com tantas perdas, sentei comigo mesmo e tracei um plano, porque eu não iria ficar sentado ver o mundo passar, tinha e tenho muitos planos para realizar, a minha estratégia era a cada ano fazer uma nova etapa.

Foram muitos anos de reabilitação, com várias conquistas, que relato em meu vídeo.

Eu e a Solange, minha mãe, fundamos a Associação AÇÃO AVC, para compartilharmos conhecimentos e para que as pessoas tenham mais informações e conhecimento sobre essa fase, do que eu tive.

Fiz faculdade de design, pós AVC porque o lado direito do cérebro (criatividade, artes, imagem) é mais fácil para mim do que o lado esquerdo (cálculos, raciocínios lógicos).

Sou reikiano, cromoterapeuta, designer gráfico e fotógrafo

Hoje, meu trabalho como design está voltado para as mandalas, principalmente e quero levar ao mundo uma energia e mensagem positiva e de esperança.

Minhas mandalas, são criadas com base nas fotografias, design gráfico, cromoterapia e o reiki.

"SIM, Existe vida após o AVC"

Como posso ajudar?

Saiba mais

SEJA UM VOLUNTÁRIO

A Ação AVC entende que o sucesso não se faz sozinho e que o trabalho em parceria é fundamental para alavancar resultados Seja um voluntário